O que fazer com as embalagens dos perfumes? Decidimos ser criativos, e fizemos um quadro com as embalagens!
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sábado, 11 de maio de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
Misturar perfumes: será que funciona?
Para muitos será a primeira vez que ouvem falar disto. Outros já ouviram falar mas nunca experimentaram e nem sabem como fazê-lo. Poucas pessoas têm a audácia de colocar dois perfumes ao mesmo tempo e menos ainda sabem combinar dois perfumes harmoniosamente. Há alguns meses falámos com RAQUEL PRATES que nos explicou como fazia isto e que normalmente o perfume que ela usa não é um mas vários ao mesmo tempo. Não é coisa fácil e pode levar facilmente ao desastre.
SARAH JESSICA PARKER, a famosa actriz de O Sexo e a Cidade, aquando da criação do seu primeiro perfume, Lovely, explicou aos executivos da empresa Coty, que queria fazer um perfume parecido com o que ela usava. Na realidade, o que ela usava era uma combinação de 3 fragrâncias: um perfume em óleo do egipto (attar), um perfume barato de almíscar (musk) comprado no supermercado e o perfume Incense Avignon, da Comme des Garçons. Isto tudo junto criava um aroma forte e sexual, demasiado provocante para que a Coty o fabricasse. Mas era o cheiro de Sarah Jessica Parker!
Nós também já experimentámos sobrepor camadas de perfume e se por vezes a coisa corre mal, outras vezes parece que descobrimos a pólvora. Para além de criar um aroma que mais ninguém usa, é um processo muito divertido! Hoje descobrimos uma combinação perfeita e completamente inesperada: misturámos Thierry Mugler Amen Spicy Instinct The Taste of Fragrance com Nina Ricci L'Air du Temps. Uma bomba masculina de especiarias e café com um clássico feminino arejado, com cravo e aldeídos. O resultado é que L'Air du Temps refresca e suaviza A*MEN, tornando-o mais agradável.
Num próximo post vamos explicar as regras de misturar perfumes!
SARAH JESSICA PARKER, a famosa actriz de O Sexo e a Cidade, aquando da criação do seu primeiro perfume, Lovely, explicou aos executivos da empresa Coty, que queria fazer um perfume parecido com o que ela usava. Na realidade, o que ela usava era uma combinação de 3 fragrâncias: um perfume em óleo do egipto (attar), um perfume barato de almíscar (musk) comprado no supermercado e o perfume Incense Avignon, da Comme des Garçons. Isto tudo junto criava um aroma forte e sexual, demasiado provocante para que a Coty o fabricasse. Mas era o cheiro de Sarah Jessica Parker!
Nós também já experimentámos sobrepor camadas de perfume e se por vezes a coisa corre mal, outras vezes parece que descobrimos a pólvora. Para além de criar um aroma que mais ninguém usa, é um processo muito divertido! Hoje descobrimos uma combinação perfeita e completamente inesperada: misturámos Thierry Mugler Amen Spicy Instinct The Taste of Fragrance com Nina Ricci L'Air du Temps. Uma bomba masculina de especiarias e café com um clássico feminino arejado, com cravo e aldeídos. O resultado é que L'Air du Temps refresca e suaviza A*MEN, tornando-o mais agradável.
Num próximo post vamos explicar as regras de misturar perfumes!
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sábado, 16 de fevereiro de 2013
L'Air du Temps - um tesouro na Feira da Ladra
Durante um passeio de Sábado de manhã na Feira da Ladra e depois de várias horas a percorrer com o olhar milhares de objectos e toda a animação característica, um frasco no chão chamou a nossa atenção. Era um frasco de L'Air du Temps, de Nina Ricci, aparentemente cheio. Mas estaria cheio do precioso perfume ou de água? Bom, decidimos cheirar e sem dúvida nenhuma era o sumo de L'Air du Temps inalterado e anterior às suas recentes reformulações. Cheirava divinal, um aroma fesco, rico e complexo como já não se compra nas perfumarias. Perguntámos o preço do belíssimo frasco, a medo. "Quatro euros!", disse o vendedor. Nós respondemos: "damos-lhe 3 e levamos já". Para nosso espanto, ele aceitou e lá o colocámos dentro do casaco como ladrões a sair de um banco à pressa para não serem apanhados. Mais tarde quando observámos o frasco vimos no fundo a inscrição mágica: "Lalique Bottle". Excusado será dizer que fomos às nuvens com tal tesouro em mãos, comprado ao preço da chuva. E é destas pequenas alegrias que se faz um Sábado em cheio!sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Os perfumes de... Padma Lakshmi
Padma é uma belíssima mulher americana de origem indiana. Escritora de livros de cozinha, modelo, actriz e mais famosa por ser apresentadora do programa de tv Top Chef. A sua sensualidade e exótica aparência fazem dela uma mulher cativante, tal como os perfumes que usa. São eles:
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| Nina Ricci L'Air du Temps |
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| Clinique Aromatics Elixir |
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
EssênciaNews top 15: Os perfumes femininos preferidos do Rafael
Rafael gosta de perfumes fortes, de perfumes que deixem rasto e dêem vontade de seguir a pessoa só para continuar a sentir o perfume. O seu preferido é o Alien de Thierry Mugler, tanto que não tem vergonha em admitir que até comprou um frasco só para o poder cheirar e às vezes até o usa para ir à rua. Aqui fica o top 15 do Rafael de perfumes femininos:
Alien Thierry Mugler
Glam Star Custo Barcelona
Dahlia Noir Givenchy
Amor Amor Cacharel
Angel Thierry Mugler
Midnight Poison Dior
Elie Saab Le Parfum
Alexander McQueen Kingdom
J'adore Dior
Jimmy Choo Eau de Parfum Jimmy Choo
Prada Candy
Trésor Lancôme
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quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Nina Ricci L'Air du Temps
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| 1950 Joan Rebull |
Lançado em 1948, o perfume L'Air du
Temps, de Nina Ricci, é um clássico da perfumaria e um ícone. Não
é apenas um perfume, mas uma declaração de um espírito, de uma
época. L'Air du Temps foi um aroma vanguardista na sua época e hoje
em dia continua a ser considerado o perfume clássico mais
contemporâneo e é a fragrância mais vendida em todo o mundo (a
cada 15 segundos um frasco é vendido).
No renascer do pós-guerra, surge este
perfume solar e vibrante que contrasta com as fragrâncias
embriagantes da época. O seu aroma encantador coincide com um desejo
universal de liberdade. Robert Ricci percebeu este desejo de
felicidade, inocência e pureza, criando uma fragrância que não se
impõe de maneira desmedida, mas adapta-se à pele e à personalidade
de quem a usa: “Do mesmo modo que um vestido é desenhado para
realçar, um perfume é criado para seduzir, mas de forma mais
subtil, para exaltar a personalidade, para alcançar o ideal que a
mulher cria de si mesma. É uma 'protecção', como um véu pode ser.
Envolve a mulher com uma aura perfumada”, disse Robert Ricci.
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| 1967 Harry Meerson |
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| 1978 David Hamilton |
“Quando
crio um perfume, 'entendo-o' primeiro na minha cabeça… imagino o
perfume que gostaria
de sentir nos ombros da mulher que amo. Criei L’Air du Temps para
uma mulher
muito feminina, quase real, ao mesmo tempo que sonhada e idealizada.
Para mim, um perfume é um acto de amor. Amor vivido ou…
imaginário. Sou um romântico, não saberia conceber a vida sem sonhar”.
Inspirado,
Robert Ricci contacta com o perfumista Francis Fabron que tem a ideia
visionária de introduzir generosamente salicilato de bencilo na
composição. Em grandes doses, esta molécula de síntese arredonda
na perfeição o sumptuoso bouquet de flores naturais –jasmim,
rosa, gardénia e cravo – trazendo simultaneamente ao conjunto um
traço perfeito, grande fluidez e destacável tenacidade. Precursor
da perfumaria contemporânea e criador de uma família olfactiva, os
florais-especiados, L’Air du Temps tem sido copiado inúmeras
vezes, mas nunca igualado. O cravo especiado, delicadamente picante,
confere toda a sua sensualidade. Sedosa e íntima como uma carícia,
a fragrância interpreta-se subtilmente em cada mulher. A
nota especiada do cravo, realçada pela bergamota e a madeira de
rosa, mistura-se subtilmente com rosa e jasmim, violeta e íris,
antes de adormecer sensualmente nas madeiras de cedro e sândalo,
âmbar e almíscar.
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| 1985 David Hamilton |
| 1993 Enrique Badulescu |
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| 1998 Jean-Baptiste Mondino |
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| 2005 Jean-Baptiste Mondino |
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| Robert Ricci & L'Air du Temps |
Desde
há mais de sessenta anos, Nina Ricci conserva cuidadosamente a
qualidade das matérias primas seleccionadas, nem mesmo se modificou
o tempo de maceração de 5 semanas! Nestes anos todos, a fórmula
permanece intacta, a icónica fragrância está protegida.
Jean
Guichard, Perfumista e Director da Escola de Perfumaria Givaudan, é
um defensor desta criação intemporal: “L’Air du Temps é um
modelo que criou escola, citado como exemplo para demonstrar a
necessidade de continuarmos guardiães de uma fórmula, de
conservá-la perfeitamente intacta apesar das mudanças legislativas
ou da colheita de cada temporada. A sua fórmula é muito moderna.
Uma experiência com traços de maestro a cargo de Francis Fabron,
que perfilava então a sua primeira fórmula para a Roure
(ex-Givaudan). Naquele momento, supunha uma revolução associar tal
quantidade de produtos sintéticos a matérias naturais tão ricas
como o jasmim e a rosa. Esta audaz união, que se revela na sua aura
e difusão, está na origem da perfumaria actual. Foi uma inspiração
para muitos perfumes. A maceração, especialmente longa, permite
apostar na qualidade em vez de na quantidade para conjugar delicadeza
e tenacidade. A melodia é suave mas fiel e adquire todo o seu
encanto sobre a pele de uma mulher”.
L'Air du Temps está à venda nas perfumarias El Corte Inglés
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